
As projeções para 2026 indicam um período de consolidação e amadurecimento para o setor de petróleo e gás, com tecnologia e logística assumindo papéis cada vez mais estratégicos. De acordo com a International Energy Agency (IEA), empresas que investem em digitalização podem reduzir custos operacionais em até 20% e aumentar a confiabilidade de operações realizadas em ambientes de alta complexidade.
Nesse contexto, a digitalização deixa de ser apenas uma promessa e passa a atuar como infraestrutura essencial para o setor. “Em vez de uma ruptura abrupta, como chegou a ser prevista em anos anteriores, a indústria entra em um ciclo em que eficiência operacional, inteligência tecnológica e responsabilidade energética se tornam fatores determinantes”, explica Cristian Bazaga, CEO da Excel, empresa líder em gerenciamento de combustível e gestão de frotas.
Paralelamente, o protagonismo do petróleo segue em evidência. Dados da IEA apontam que a demanda global deve se manter acima de 100 milhões de barris por dia ao longo da segunda metade da década, impulsionada principalmente por economias emergentes e pela busca por segurança energética. Esse cenário, no entanto, vem acompanhado de uma pressão crescente por práticas mais responsáveis e eficientes. “O desafio central não está na eliminação imediata dos combustíveis fósseis, que ainda sustentam uma parcela significativa da economia global, mas na adoção de um modelo mais inteligente, transparente e eficiente de uso”, comenta Cristian.



