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As presidiárias falam

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"Criar um show como esse é um equilíbrio entre planejar e não planejar e é importante ouvir sua audiência e o mundo a sua volta. A gente não escreve o programa, então eu estou adivinhando aqui, mas eu acredito que a Jenji tem uma direção que ela sabe pra onde quer ir, mas também abre espaço para um desenvolvimento orgânico do personagem. É uma mistura de ambos, uma dança."

"Criar um show como esse é um equilíbrio entre planejar e não planejar e é importante ouvir sua audiência e o mundo a sua volta. A gente não escreve o programa, então eu estou adivinhando aqui, mas eu acredito que a Jenji tem uma direção que ela sabe pra onde quer ir, mas também abre espaço para um desenvolvimento orgânico do personagem. É uma mistura de ambos, uma dança."

Foto: Divulgação/Netflix

"Entretenimento é uma janela para uma pessoa se tornar mais aberta, cultura, literatura, comédia, tudo isso pode ajudar. Por situações fictícias a gente pode até ver como o ódio pode ser perigoso. Eu fico muito orgulhosa de estar num programa que dá visibilidade à comunidade LGBT, ajudando a humanizar e a abrir as mentes das pessoas, dando um rosto às situações. "
"Sem a Vee, estamos na calmaria, nos recuperando do furacão, nos reconstruindo. A Suzanne está de luto, aceitando e também se revoltando com a ausência da Vee. Todo mundo está voltando a ser o que era antes da chegada dela."
"Criar um show como esse é um equilíbrio entre planejar e não planejar e é importante ouvir sua audiência e o mundo a sua volta. A gente não escreve o programa, então eu estou adivinhando aqui, mas eu acredito que a Jenji tem uma direção que ela sabe pra onde quer ir, mas também abre espaço para um desenvolvimento orgânico do personagem. É uma mistura de ambos, uma dança."
"O livro é limitado, mas o programa tem um roteiro que pode durar por anos, então é claro que é relevante conhecer todos os personagens de forma mais profunda. Neste caso, é muito importante conhecer detalhadamente o ambiente, afinal estamos em uma prisão. Se estivéssemos em uma república universitária, ou em um grupo de esposas de militares, a coisa seria diferente. A corrupção e injustiça que tomam conta desse lugar também ajudam a dar certa profundidade à trama."
"Eu tinha expectativa zero em relação à Suzanne, eu só estava querendo fazer um bom trabalho. Nós investimos no presente que é, enquanto artistas, construirmos este personagem, então projetar o que ela pode ser além do episódio é algo que minha cabeça não consegue fazer."
"Estar na Parada Gay é extremamente comovente, é um evento poderoso e eu agradeci por estar de óculos escuros!"  :~