Vírgula

Álbum

(album sem titulo)

Foto 2 de 6

A americana Cherilyn Sarkisia, mais conhecida como a excêntrica e talentosa Cher. 
Considerada a Deusa do Pop, a diva de 66 anos é dona de uma trajetória artística e pessoal em prol da diversidade sexual e do feminismo. Sua força, perucas espalhafatosas e ousadia serviram de inspiração para drags, travestis, gays, lésbicas e transexuais. 
Tanto que a visão de Cher sobre o mundo tornou-se frase em um mural da Austrália. E faz muita gente parar para refletir sobre as cobranças sociais: “Eu sempre corri riscos e nunca me preocupei com o que o mundo poderia realmente pensar sobre mim”.
De certo, não se preocupou mesmo. Mas trouxe instintivamente – e com muita arte e ousadia – a referência máxima de diva gay

A americana Cherilyn Sarkisia, mais conhecida como a excêntrica e talentosa Cher. Considerada a Deusa do Pop, a diva de 66 anos é dona de uma trajetória artística e pessoal em prol da diversidade sexual e do feminismo. Sua força, perucas espalhafatosas e ousadia serviram de inspiração para drags, travestis, gays, lésbicas e transexuais. Tanto que a visão de Cher sobre o mundo tornou-se frase em um mural da Austrália. E faz muita gente parar para refletir sobre as cobranças sociais: “Eu sempre corri riscos e nunca me preocupei com o que o mundo poderia realmente pensar sobre mim”. De certo, não se preocupou mesmo. Mas trouxe instintivamente – e com muita arte e ousadia – a referência máxima de diva gay

Foto: Divulgação

A americana Cherilyn Sarkisia, mais conhecida como a excêntrica e talentosa Cher. 
Considerada a Deusa do Pop, a diva de 66 anos é dona de uma trajetória artística e pessoal em prol da diversidade sexual e do feminismo. Sua força, perucas espalhafatosas e ousadia serviram de inspiração para drags, travestis, gays, lésbicas e transexuais. 
Tanto que a visão de Cher sobre o mundo tornou-se frase em um mural da Austrália. E faz muita gente parar para refletir sobre as cobranças sociais: “Eu sempre corri riscos e nunca me preocupei com o que o mundo poderia realmente pensar sobre mim”.
De certo, não se preocupou mesmo. Mas trouxe instintivamente – e com muita arte e ousadia – a referência máxima de diva gay
A proximidade acontece não apenas pelas músicas dançantes, mas também pela postura da cantora, que defende os direitos dos homossexuais desde o início de sua carreira.  Lançado em 1984, “Like a Virgin'' rompeu com visões conservadoras ao apresentar músicas revolucionárias como “Material Girl'' e a faixa título; músicas que a consolidaram como um ícone da música pop já na década de 80. Além de “Like A Virgin'', outro disco clássico da diva foi o conceitual “Erotica'' de 1992. O álbum, que era acompanhado por um livro chamado “Sex, a coffee table book''  de conteúdo erótico, foi recebido com choque e surpresa pela mídia devido a abordagem direta sobre sexualidade e sexo por Madonna que assumia o alter ego de Mistress Dita
RuPaul é um ator, drag queen, modelo, autor, e cantor, que ficou conhecido nos anos 90 quando apareceu em uma grande variedade de programas televisivos, filmes e álbuns musicais. Previamente, ele se fixou na cena de boates em Atlanta e Nova York. RuPaul se destaca entre drag queens por sua indiferença quando a seu gênero podendo ser chamado de "ele" ou "ela" como o mesmo disse: "Você pode me chamar de ele. Você pode me chamar de ela. Você pode me chamar de Regis e Kathie Lee. Eu não ligo! Desde que você me chame."
A cantora e ícone do pop é reconhecida há anos como uma das grandes ativistas, dentro da classe artística, dos direitos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). Em Junho de 1993 Cyndi lançou seu quarto álbum, Hat Full of Stars, que abordou tópicos como homofobia, abuso conjugal, o racismo e o aborto.  Em 2008, ela lançou um álbum totalmente inédito e organizou a tour True Colors destinada principalmente aos homossexuais
A dupla formada por Neil Tennant e Chris Lowe no início dos anos 1980 é uma das precursoras da música pop eletrônica. Em muitas de suas letras a cultura gay é abordada, caso de "The Night I Fell in Love" e "It Couldn't Happen Here". Tennant saiu do armnário em uma entrevista em 1990