Vírgula

Álbum

(album sem titulo)

Foto 5 de 7

Os elefantes sempre foram considerados um dos animais mais inteligentes, além de possuir uma memória incrível. Batyr, um elefante asiático,  porém, ficou famoso por possuir uma inteligência acima da média dentro de sua espécie ao memorizar mais de 20 frases “vocalizadas”.
Para falar, ele colocava a tromba dentro de sua boca e fazia mais ou menos quando nós colocamos os dedos na boca para assoviar. Ele falava alguns palavrões, dizia o seu nome, pedia por água e ainda imitava outros animais. Um pesquisador afirmou ainda que durante a noite, em um canto de sua jaula, Batyr emitia frases humanas em um tom tão baixo que era inaudível para humanos, sem a tromba para auxiliar.
Vivendo em um zoológico do Cazaquistão, na época em que era território soviético,  Batyr nunca viu ou ouviu outro elefante e foi morto acidentalmente com uma overdose de sedativos.

Os elefantes sempre foram considerados um dos animais mais inteligentes, além de possuir uma memória incrível. Batyr, um elefante asiático, porém, ficou famoso por possuir uma inteligência acima da média dentro de sua espécie ao memorizar mais de 20 frases “vocalizadas”. Para falar, ele colocava a tromba dentro de sua boca e fazia mais ou menos quando nós colocamos os dedos na boca para assoviar. Ele falava alguns palavrões, dizia o seu nome, pedia por água e ainda imitava outros animais. Um pesquisador afirmou ainda que durante a noite, em um canto de sua jaula, Batyr emitia frases humanas em um tom tão baixo que era inaudível para humanos, sem a tromba para auxiliar. Vivendo em um zoológico do Cazaquistão, na época em que era território soviético, Batyr nunca viu ou ouviu outro elefante e foi morto acidentalmente com uma overdose de sedativos.

Foto: Reprodução/proletary.com.ua

Chaser é uma cadela da raça border collie que mostrou ao mundo que nossos melhores amigos podem ser muito mais inteligentes do que nós achamos. Seu treinador, o professor de psicologia aposentado John Pilley, ensinou a Chaser o nome de mais de 1022 objetos. Ela escuta a palavra e pega o que lhe era solicitado.
A gorila Koko (apelido para “Hanabiko”) nasceu em 4 de julho de 1971 em um zoológico de San Francisco, nos EUA.  Desde o primeiro ano de idade Koko foi aprendendo a linguagem de sinais estadunidense com a sua treinadora, Francine Patterson.  A gorila consegue compreender mais de mil sinais, além de entender mais de 2 mil palavras do inglês “falado”. Ela também é considerada como o primeiro animal não-humano a ter um animal de estimação, após ela ter adotado diversos gatinhos durante sua vida. Ainda não há consenso se de fato Koko , hoje com 43 anos, aprendeu a nossa linguagem ou se ela apenas a utiliza para se comunicar por repetição.
Alex, o papagaio cinza, é considerado a ave mais inteligente de que se tem notícia. Comprado em um pet shop de Chicago quando tinha apenas um ano de idade, Alex foi treinado pela psicóloga animal Irene Pepperberg para desenvolver sua linguagem. 
O papagaio faleceu repentinamente em 2007, aos 31 anos, enquanto a expectativa de vida de sua espécie é de 60 anos. Mesmo com uma vida considerada curta, ele foi responsável por diversos avanços na área da psicologia animal. Alex foi capaz de identificar quantidades até seis, distinguir sete cores e cinco formatos, entender os conceitos de “maior”, “menor”, “igual” e “diferente”. Além disso, ele possuía um vocabulário de mais de 100 palavras e foi o primeiro animal não-humano a fazer uma pergunta existencial quando perguntou para sua treinadora qual era a sua cor e era capaz de entender o conceito de “zero”.
Suas últimas foram: "You be good, see you tomorrow, I love you" (“Fique bem, até amanhã, eu te amo”), que eram sempre ditas quando Irene ia embora para casa à noite.
Washoe pode ser considerada a “avó” de Koko nas pesquisas sobre linguagem animal, já que ela foi o primeiro animal não-humano a desenvolver a linguagem de sinais. 
A chimpanzé foi criada em um ambiente parecido com o de uma criança humana, usando roupas e tendo acesso a brinquedos. Aliás, ela adorava brincar com bonecas como uma criança faria, conversando com elas, dando banho e imaginando cenários.
Washoe foi capaz de se identificar frente a um espelho, de memorizar mais de 350 sinais, demonstrar emoções e ainda ensinar a linguagem de sinais para o seu filho.
Os elefantes sempre foram considerados um dos animais mais inteligentes, além de possuir uma memória incrível. Batyr, um elefante asiático,  porém, ficou famoso por possuir uma inteligência acima da média dentro de sua espécie ao memorizar mais de 20 frases “vocalizadas”.
Para falar, ele colocava a tromba dentro de sua boca e fazia mais ou menos quando nós colocamos os dedos na boca para assoviar. Ele falava alguns palavrões, dizia o seu nome, pedia por água e ainda imitava outros animais. Um pesquisador afirmou ainda que durante a noite, em um canto de sua jaula, Batyr emitia frases humanas em um tom tão baixo que era inaudível para humanos, sem a tromba para auxiliar.
Vivendo em um zoológico do Cazaquistão, na época em que era território soviético,  Batyr nunca viu ou ouviu outro elefante e foi morto acidentalmente com uma overdose de sedativos.
Cholla é diferente da maioria dos outros animais dessa lista porque sua habilidade foi descoberta sem querer e nunca foi ensinado. 
Renee Chambers, uma bailarina que comprou o cavalo, estava pintando as cercas e Cholla a acompanhava de perto com muita curiosidade. Foi aí que ela percebeu que ele estava prestando atenção à maneira que ela estava pintando e resolveu dar um pincel, tintas e uma tela ao cavalo. O comportamento comum seria ele mastigar o pincel até destruí-lo quando colocassem em sua boca, porém Cholla não tentou mastigar o pincel e escolheu as cores, começando a pintar telas que foram premiadas no mundo todo.  Enquanto pintava, o cavalo não queria saber nem de comer até terminar suas telas. Ninguém nunca dava ordens para ele pintar ou qualquer tipo de comando, ele simplesmente ia lá e pintava.
Ele morreu ano passado, com 28 anos.
Um cachorro que obedece aos comandos de “sentar” e “rolar” não é nada demais, né? Depende. Se eu te disser que o Willow obedece a esses comandos ao ler a coisa muda de figura, né?
Ele consegue ler (ou reconhecer, ainda há divergências) mais de 250 truques em qualquer lugar em que eles estejam escritos. 
A polêmica é que muitos dizem que ele simplesmente responde às formas das letras, como se fossem imagens. Outros, porém, argumentam que Willow não obedece sempre às mesmas formas, já que diversas placas com diversas cores e tamanhos e fontes de letra são mostradas ao cão e ele sempre reage de maneira correta dependendo apenas do que está escrito nas placas.