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10 produções que são falsos documentários

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Um dos filmes mais bizarros do diretor Woody Allen, Zelig  é  um falso documentário sobre o guarda-livros Leonard Zelig (Woody Allen) que tem uma estranha condição: ser um camaleão social.  Ele consegue se parecer e agir como as pessoas à sua volta.

Um dos filmes mais bizarros do diretor Woody Allen, Zelig é um falso documentário sobre o guarda-livros Leonard Zelig (Woody Allen) que tem uma estranha condição: ser um camaleão social. Ele consegue se parecer e agir como as pessoas à sua volta.

Foto: reproducao

A série britânica  trouxe Ricky Gervais como David Brent, o gerente de uma empresa que passava por cortes e diminuía sua atuação no mercado. Filmada no estilo falso documentário, acompanhava o dia a dia da equipe de David.
A versão norte-americana fez bem mais sucesso do que  a matriz britânica, encerrando na nona temporada. Também produzida no estilo mockumentary, The Office mostra o dia a dia da empresa de papel Dunder Muffilin.
Tédio, comportamento inapropriado, disputa de egos, brincadeiras de mau gosto com os colegas, casos amorosos no trabalho: os ingredientes de um típico escritório estavam todos lá.  
A sensação de que se trata de um documentário sobre a empresa e seus funcionários ficava a cargo das falsas entrevistas e depoimentos dados pelos personagem em cada episódio.
Steve Carell, que ficou na série até a 7ª temporada e voltou para o último episódio (2013), era o inconveniente, cínico e debochado gerente geral Michael Scott.
Outubro de 1994. Três estudantes de cinema,  Heather Donahue, Joshua Leonard e Michael Williams,  entram nas florestas de Burkittsville, Maryland para filmar um documentário sobre a lenda da bruxa de Blair e somem. 

Um ano depois é encontrado o vídeo  com imagens do grupo e entrevistas feitas no local.
Essa é a premissa do filme, que o tempo todo nos faz acreditar que aquelas imagens são reais e de fato foram feitas pelo grupo desaparecido.    

Orçado em apenas 35 mil dólares, o filme, que fez milhões em bilheteria, foi rodado em apenas oito dias.  

Os atores foram treinados para usar a câmera na mão.
Um dos filmes mais bizarros do diretor Woody Allen, Zelig  é  um falso documentário sobre o guarda-livros Leonard Zelig (Woody Allen) que tem uma estranha condição: ser um camaleão social.  Ele consegue se parecer e agir como as pessoas à sua volta.
Ambientado entre as décadas de 20 e 30,  o filme tem imagens reais de cinejornais da época. O diretor valeu-se do cromakey para se "colar" nas imagens.   

A ensaísta Susan Sontag, o psicólogo Bruno Bettelheim, o escritor vencedor do Prêmio Nobel Saul Bellow são algumas personalidades reais que aparecem no filme comentando o caso de Zelig, para dar veracidade à história.
Borat (Sacha Baron Cohen) é jornalista e ilustre apresentador da Kazakh TV , do Cazaquistão - que quase ninguém tinha ouvido falar até o momento.
Mas uma vez lá ele fica mais interessado em capturar e casar com Pamela Anderson.  

O filme mistura personagens e entrevistas reais à ficção, criando assim um dos melhores exemplos de mockumentary.  

Racista, homofóbico, antisemita, o personagem criado pelo humorista britânico despertou ódio de muita gente. Sasha sofreu processos  de líderes do Cazaquistão e pessoas que haviam sido filmadas sem saber que ser tratava de uma ficção.
O documentário sobre a banda fictícia Spinal Tap faz uma sátira do comportamento de integrantes de banda de rock e heavy metal.  
O filme se tornou cult anos depois de seu lançamento.
A produção do documentário do diretor Eduardo Coutinho colocou um anúncio no jornal  buscando mulheres que dessem depoimentos para um filme.  Oitenta e três atenderam ao anúncio, e 26 foram selecionadas.
O documentário  mistura depoimentos emocionantes dados por atrizes conhecidas com relatos das mulheres selecionadas. 

Não fica claro o que é ficção e o que é realidade, mas isso é o que menos importa diante da carga dramática das histórias contadas. 

É considerado um dos melhores trabalhos do documentarista. 


Tem a participação das atrizes Marília Pêra, Andréa Beltrão, Fernanda Torres.
O falso documentário é tão bem feito que depois de assisti-lo se tem a impressão de que sereias de fato existem e estão entre nós. 

Com a entrevista de um suposto cientista que lideraria uma equipe de pesquisadores,  o filme  
explora a hipótese de haver primatas que se adaptaram ao ambiente marinho depois de inundações no Planeta. 

Foi ao ar no Animal Planet.
O filme de ficção científica mostra a chegada de alienígenas numa África do Sul pós-apartheid (o movimento que separava e segregava os negros dos brancos). 

A câmera no estilo ágil dá a ideia de ser um filme do cinema verdade e de um documentário jornalístico, o que é reforçado por uma série de entrevistas e noticiários.
Os alienígenas ocupam uma grande área em Joanesburgo, referência clara aos guetos – e são vigiados e controlados pela União Multinacional (MNU),
 que decide que eles devem se mudar para uma outra nova – e suspeita – região. 

O encarregado de chefiar essa missão é Wikus van der Merwe (Sharlto Copley), um burocrata atrapalhado que acaba contraindo um vírus e vai precisar da ajuda dos aliens para tentar reverter a situação. É nessa convivência e no excelente trabalho de roteiro que espectador e protagonista começam a perder o nojo e a repulsa pelos alienígenas e  a perceber o lado sórdido dos humanos.
O documentário mostra com ironia e humor a trajetória de um tomate, desde que é colhido do pé até virar lixo que será alimento de porcos e depois humanos. 

A leveza do texto, quase didático, contrasta com o absurdo da situação: seres
humanos que, numa escala de prioridade, se encontram depois dos
porcos.  

Flerta com o falso documentário à medida que coloca na ficção algumas situações mostradas no curta-metragem.
O falso documentário britânico, uma comédia romântica, na verdade, mostra três casais competindo para ter o casamento mais original. A competição é da revista Confetti, que vai premiar o vencedor com um sessão de fotos de capa da revista e uma casa nova.