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10 personagens femininas de séries de TV que nos representam

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Na quarta temporada, ela se torna presidente dos Estados Unidos. Agora, ela vai ter de enfrentar saia justas internacionais e lidar com a mesma equipe incompetente.

Na quarta temporada, ela se torna presidente dos Estados Unidos. Agora, ela vai ter de enfrentar saia justas internacionais e lidar com a mesma equipe incompetente.

Foto: Divulgação

Redatora-chefe do programa de comédia fictício "TGS with Tracy Jordan", comanda uma equipe de roteiristas.
Ela é estranha, nerd, antissocial, tem dificuldade com relacionamentos amorosos e a vida gira em torno do trabalho, basicamente. Mas também é sarcástica, engraçada e tem uma certa autoconfiança.
Foi descrita pelo seu chefe, Jack Donaghy, como uma “feminista da terceira onda de Nova York, com diploma universitário, solteira-e-fingindo-que-é –feliz, muito ocupada, pouco atraente”.
Ok, ela pode não ser a personagem feminina mais forte da série, mas é a protagonista. Baseada na história real de Piper Kerman, OITNB
acompanha o caminho que levou Piper Chapman à prisão feminina.
Dez anos antes de ser presa, Piper namorava Alex Vause, que trabalhava para um cartel de drogas. 
Ela convence Piper a levar uma mala de dinheiro do tráfico para a Europa. 

Elas se separam, Piper começa uma nova vida, fica noiva, está pronta para montar um negócio, quando recebe a condenação: 15 meses presa. 
Ela e Alex se reencontram na penitenciária.
Se no começo da série ela parece ser inocente, boba, uma patricinha, no decorrer da comédia dramática ela vai se mostrar seu lado negro. 

Cruel e manipuladora, vai fazer o que necessário para conseguir o que quer.
A oficial de operações da CIA (agência norte-americana de inteligência) Carrie Mathison é obcecada em caçar e matar o terrorista Abu Nazir (Navid Negahban).
Diagnosticada com transtorno bipolar aos 22 anos, passa a tomar remédio tarja preta.
Ela tem uma relação muito próxima com Saul Berenson, seu mentor e protetor na CIA.
A hilária Selina Meyer vive as dores e as delícias de ser vice-presidente dos Estados Unidos.
Antes de ser vice-presidente, Selina era Senadora. Sua personalidade já foi descrita como animada, impotente, propensa a ataques , e às vezes distraída, boca-suja.
Na quarta temporada, ela se torna presidente dos Estados Unidos. Agora, ela vai ter de enfrentar saia justas internacionais e lidar com a mesma equipe incompetente.
Ela é uma feliz dona de casa mãe de dois filhos, Silas e Shane, e moradora de um bairro no subúrbio da pacata Agrestic, no interior da Califórnia, quando o marido morre subitamente vítima de um ataque de coração. Para sustentar e manter seu padrão de vida, ela passa a vender maconha na vizinhança.
Ela adora um sexo selvagem, é do signo de escorpião, tem mais de 40 anos. Já teve dois pseudônimos na série: Lacy LaPlante e Nathalie Newman. A personagem já foi considerada a pior mãe da ficção, mesmo tendo passado três anos na prisão no lugar do filho.
Se no começo da série ela evita que a família se envolva no negócio, ao longo das temporadas eles vão fazer parte do esquema de venda de maconha.
Da mesma criadora de Greys Anatomy, a série foca na carreira de Olivia Pope , uma ex-diretora de comunicação da Casa Branca, que abre sua própria firma de gerenciamento de crises.
Antes dedicada a proteger e defender a imagem pública de políticos, agora vai tentar uma nova fase na vida, mas seu passado não deixa de persegui-la.
Casado e pai de dois filhos, Fitzgerald "Fitz" Thomas Grant III, presidente dos EUA, é amante de Olivia. eles têm um caso durante a campanha presidencial.  E alguns meses depois de eleito eles continuam o romance.
Leslie é a vice-diretora do Departamento de Parques e Recreação da cidade ficcional de Pawneem, que sonha um dia se tornar a primeira mulher presidente dos EUA.
Ao longo da série, ela ganha autoconfiança . Idealista , esperançosa, e otimista que acredita que o governo pode fazer do mundo um lugar melhor.
Na sua equipe estão o interesseiro Tom Haverford (Aziz Ansari), a enfermeira Ann Perkins  (Rashida Jones) e o americano clássico Ron Swanson (Nick Offerman).
Como sua intérprete a descreveu, é uma espécie de Joana D´Arc. O casamento com Khal Drogo e a adaptação ao modo de vida dos Dothraki lhe deu autoconfiança, coragem e força.
De uma menina tímida e dócil que mal falava e fazia tudo o que o irmão, Viserys Targaryen, dizia, ela se transformou na mãe dos dragões e rainha das armas matadora de senhores de escravos.
Dura com os inimigos e piedosa com seus seguidores, busca justiça para seu reino.
Ela entrou na Sterling Cooper como secretária do diretor criativo Don Draper, saiu de lá redatora-chefe e voltou como diretora criativa e chefe do seu ex-chefe.
A ascensão de Peggy começa no dia em que ela e outras secretárias são convocadas para testar batons de uma empresa cliente da agência.
Ela se destaca no brainstorm e logo consegue uma vaga de redatora, o que ela agarra com unhas e dentes. No meio de tudo isso, engravida do colega Peter Campbell.
Determinada, às vezes fria, mas sempre questionando a posição da mulher em relação ao homem no mercado de trabalho e os duplos padrões que existem.
Enfrenta com firmeza e dignidade machismo, competição desleal, questionamentos sobre seu trabalho e competência, indiferença.
Criada e estrelada por Lena Dunham, a série mostra quatro amigas  na faixa dos 20 anos vivendo em Nova Iorque.
Hannah, aspirante a escritora, tem dificuldade para se manter na cidade, no começo da série. Aos 24 anos, ela tenta arrumar um emprego uma vez que os pais deixaram de sustentá-la.
Misto de escritor, artista e marceneiro, Adam é a obsessão amorosa de Hannah. Eles chegam a namorar, na terceira temporada, mas acabam se afastando um do outro.