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Top 10: filmes sobre a Segunda Guerra Mundial

Em comemoração aos 71 anos do Dia D, listamos 10 filmes que retratam o que foi a Segunda Guerra Mundial, dá uma olhada:

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Tudo bem que na versão de Quentin Tarantino a História toma outro curso, bem diferente da realidade.

Uma jovem que viu sua família ser executada por um coronel nazista; um grupo de soldados judeus que pretende acabar com o exército de Hitler; e uma atriz-espiã alemã com a missão de se infiltrar no Terceiro Reich formam o grupo desse enredo cheio de ação, diálogos impecáveis e situações de alta tensão.

Se não bastasse, o filme ainda traz Christoph Waltz no papel de Hans Landa, um dos melhores vilões do cinema nos últimos anos, e merecidamente ganhador do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.

Tudo bem que na versão de Quentin Tarantino a História toma outro curso, bem diferente da realidade. Uma jovem que viu sua família ser executada por um coronel nazista; um grupo de soldados judeus que pretende acabar com o exército de Hitler; e uma atriz-espiã alemã com a missão de se infiltrar no Terceiro Reich formam o grupo desse enredo cheio de ação, diálogos impecáveis e situações de alta tensão. Se não bastasse, o filme ainda traz Christoph Waltz no papel de Hans Landa, um dos melhores vilões do cinema nos últimos anos, e merecidamente ganhador do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.

Foto: Reprodução

Vencedor de cinco Oscars, entre eles o de Melhor Filme, O Resgate do Soldado Ryan é uma das grandes obras de Steven Spielberg e foi estrelado por Tom Hanks e Matt Damon.

Na história, logo após o desembarque no Dia D, cabe ao capitão Miller (Tom Hanks) encontrar e levar a salvo, de volta para casa, o jovem soldado Ryan (Matt Damom), perdido em território inimigo.
Tudo bem que na versão de Quentin Tarantino a História toma outro curso, bem diferente da realidade.

Uma jovem que viu sua família ser executada por um coronel nazista; um grupo de soldados judeus que pretende acabar com o exército de Hitler; e uma atriz-espiã alemã com a missão de se infiltrar no Terceiro Reich formam o grupo desse enredo cheio de ação, diálogos impecáveis e situações de alta tensão.

Se não bastasse, o filme ainda traz Christoph Waltz no papel de Hans Landa, um dos melhores vilões do cinema nos últimos anos, e merecidamente ganhador do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.
Apesar de não se passar oficialmente na Segunda Guerra, o personagem que dá nome ao filme é claramente uma alusão a Adolf Hitler. 

Um clássico inquestionável do cinema, essa obra-prima de 1940 escrita, dirigida e estrelada por Charles Chaplin conta a história de um barbeiro judeu que é confundido com o ditador alemão Adenoyd Hynkel, e acaba envolvido em situações inesperadas. E desse longa a cena icônica de Chaplin brincando com um globo terrestre.
Lindo e lúdico, a grandiosidade do filme está em ter conseguido retratar um tema tão duro e pesado de forma leve, mesmo com momentos de dar nó na garganta. 

Guido é um judeu italiano mandando para um campo de concentração, nos anos 40, e lá usa da imaginação para proteger seu filho dos horrores do regime nazista, fazendo-o acreditar que tudo é uma grande competição de brincadeira. 

A Vida é Bela levou o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro, deixando Central do Brasil a ver navios, e ainda rendeu a Benigni a estatueta de Melhor Roteiro naquele estranho Oscar de 1999.
Wladyslaw Szpilman (Adrien Brody) é um pianista polonês que interpretava peças de música clássica numa rádio de Varsóvia quando as primeiras bombas caem sobre a cidade e sinalizam a invasão alemã.

Sob a óptica de Szpilman, o filme retrata sua tentativa de sobrevivência e mostra as restrições imposta aos poloneses durante o regime nazista, como a construção do Gueto de Varsóvia para limitar o espaço dos judeus. 

Nas mãos do diretor Roman Planski, com esse filme, Brody se tornou aos 28 anos o mais jovem ganhador do Oscar de Melhor Ator.
Outra grande obra de Spielberg. A Lista de Schindler é provavelmente um dos primeiros filmes que vem a mente quando o assunto é a Segunda Guerra.

O drama vencedor do Oscar de Melhor Filme retrata a história real do alemão Oskar Schindler, que usou a própria fortuna e sua influência dentro do partido nazista para empregar mais de mil judeus e salvá-los dos campos de extermínio que existiam na época do regime.
O que dizer desse que é considerado um dos maiores romances da história do cinema?

O clássico de 1942 conta o reencontro de Rick (Humphrey Bogart) e Ilsa (Ingrid Bergman) em Casablanca, Marrocos, depois terem vivido uma paixão em Paris e inesperadamente se separarem por causa da guerra.

 Na cidade que virou rota de fuga para foragidos da Segunda Guerra Mundial, numa ironia do destino, Rick ajuda o noivo de Ilsa a escapar do exército nazista.

Vencedor do Oscar de Melhor Filme e de Melhor Diretor, para Michael Curtiz, o longa é de uma beleza e sensibilidade atemporais. Além disso, está cheio de frases que ficam nas nossas lembranças:

“ - Toque-a, Sam. Toque A Time Goes By”
Clássico dos anos 1950, o filme retrata a captura de soldados ingleses durante a Segunda Guerra Mundial transformados em prisioneiros num campo de concentração japonês, que junto com Alemanha e Itália formavam o grupo do Eixo.

Lá eles são escolhidos para construir uma ponte sobre o rio Kwai. A fim de demonstrar a superioridade britânica, o coronel Nicholson (Alec Guinness), pretende realizar a construção, enquanto o americano, também cativo, Shears (William Holden), planeja a destruição da ponte.
Mais do que proporcionar excelentes memes, vídeos e outras zuações sem limites na internet, esse filme alemão conta de maneira intensa os momentos finais daquele que foi certamente a figura mais controversa do século XX.
Para terminar, uma animação japonesa de encher os olhos. Prepare o pacote de lenços porque são fortes emoções.

O Japão foi um dos países que ficou ao lado da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial. Como diz o ditado, são os vencedores que escrevem a História, por isso esse filme é mais do que uma boa pedida, é também o outro lado da moeda. 
	
Dois irmãos, Setsuko e Seita, se veem sozinhos durante a Guerra quando o pai é obrigado a servir no exército e a mãe é morta em um bombardeio. Migrando da casa de parentes a um abrigo distante de tudo, eles só têm um ao outro. A certa altura, a caçula Setsuko fica doente e cabe ao mais velho cuidar dela, mas as privações impostas pelo conflito geraram fome, pobreza e miséria, deixando tudo mais difícil.

O filme não é muito conhecido por aqui, mas é impossível não se comover com a saga desses dois. Repito: prepare o lenço. :'(