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Juliana D’Agostini grava participação em longa estreado por Paulinho Vilhena

Por Da Redação
Juliana D’Agostini grava participação em longa estreado por Paulinho Vilhena
Juliana D’Agostini grava participação em longa estreado por Paulinho Vilhena (Foto: Divulgação)

Juliana D’Agostini está no set para gravar uma participação especial no longa-metragem 45 Dias, dirigido por Walther Neto. Reconhecida por sua atuação na música de concerto, no audiovisual e na educação musical, Juliana assume, na narrativa, um papel que dialoga diretamente com sua própria trajetória: ela interpreta a si mesma como concertista em um recital de piano.

Mais do que uma aparição, a cena foi construída em torno da presença artística da pianista. No HAG - Home Art Gallery, em São Paulo, Juliana estará ao piano em uma sequência de atmosfera intensa, sofisticada e cinematográfica, na qual a música não funciona apenas como trilha ou ambientação: ela conduz o pulso emocional da cena.

Durante o recital de Juliana, Roger Chedid, vivido por Paulo Vilhena, começa a sentir os primeiros sintomas que atravessam sua trajetória no filme. A performance transforma o piano em linguagem dramática e coloca a artista no centro do ponto de virada emocional da narrativa.

A música interpretada por Juliana foi escrita especialmente para o filme pelo diretor Walther Neto. De caráter intenso, com inspiração no universo de Rachmaninoff e escrita virtuosística, a peça exige precisão técnica, força expressiva e presença cênica — características que fazem da pianista uma presença indispensável para a construção do momento.

A participação também tem uma dimensão afetiva para Juliana: 45 Dias é inspirado na história real de Roger Chedid, amigo da artista. Ao levar sua própria linguagem musical para a cena, Juliana aproxima a força do concerto da fragilidade humana que move a trama.


O longa acompanha Roger, atleta de alta performance, lutador de artes marciais e saltador olímpico, diante de uma notícia devastadora e de uma cirurgia de alto risco. Antes do procedimento, ele pede 45 dias para revisitar memórias, escolhas e relações fundamentais. É nesse território de superação, autoconhecimento, fé e transformação que o recital de Juliana se insere.

Com essa participação, Juliana D’Agostini reafirma sua presença em projetos que ampliam o alcance da música de concerto e revelam o piano como gesto narrativo, emocional e cinematográfico.


 











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